Ou se é cruel por essência ou por essência se escolhe lutar contra crueldade.
sábado, 16 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Ciclo da vida
O pai fecunda,
A mãe gera,
O bebê nasce,
A luz aparece,
A escuridão se esvai,
A criança cresce,
A duvida aparece,
É necessário um mestre,
A consciência cresce,
A proteção desaparece,
A adolescência é rebelde,
Na juventude o coração amolece,
Alguém aparece,
A pessoa cresce,
O ciclo da vida se repete,
Uma idéia amadurece,
O adulto envelhece,
O corpo fica inerte,
A alma sobe ou desce,
E a morte é a única certeza que se estabelece.
Ciclo da vida 2
O pai fecunda,
A mãe gera,
O bebê nasce,
A luz aparece,
A escuridão se esvai,
A criança cresce,
A duvida aparece,
É necessário um mestre,
A consciência cresce,
A proteção desaparece,
A adolescência desvanece,
A pessoa cresce,
Uma idéia amadurece,
Alguém aparece,
O coração amolece,
O ciclo da vida se repete,
O adulto envelhece,
O corpo fica inerte,
A alma sobe ou desce,
E a morte é a única certeza que se estabelece. (hfl)
Ciclo da vida 2
O pai fecunda,
A mãe gera,
O bebê nasce,
A luz aparece,
A escuridão se esvai,
A criança cresce,
A duvida aparece,
É necessário um mestre,
A consciência cresce,
A proteção desaparece,
A adolescência desvanece,
A pessoa cresce,
Uma idéia amadurece,
Alguém aparece,
O coração amolece,
O ciclo da vida se repete,
O adulto envelhece,
O corpo fica inerte,
A alma sobe ou desce,
E a morte é a única certeza que se estabelece. (hfl)
Pensamentos Perdidos 4
Pensei,
Expressei,
Preso fiquei.
Tornei-me sábio,
Raramente hábil,
Devagar e pouco confiável.
Conquistei liberdade,
Fiz amizade,
Fiquei confiante,
E novamente pensei,
Mais uma vez preso fiquei.
Fui colocado numa jaula,
Impedido de falar,
Cortaram-me as letras,
Mas não conseguiram calar minha alma.
Hoje minha vida se faz perpetua,
Não tenho nenhuma meta,
Mas no fundo a esperança ainda me resta.
domingo, 10 de outubro de 2010
Todas as pessoas solitárias De onde vêm? Todas as pessoas solitárias A que lugar pertencem?
MESMO SEM RESPOSTA A VIDA SEGUE
Vêm de um lar, onde braços se formam de maneira aconchegante,
Pertencem a uma família,
Tem primos, tias, tios e avós que nas tardes chuvosas preparam bolinhos acompanhados de refrigerante.
Mas num determinado momento algumas pessoas tem essa necessidade de colocar a mochila nas costas e seguir, seguir, seguir...
...mesmo que não se tenha lugar pra ir.
Em suas cabeças uma pergunta começa a martelar. A que lugar pertenço?
E tudo fica tenso, tenso, tenso.
Mesmo sem resposta a vida segue,
E dia-após-dia se contrai a sofrida apatia.
Tudo fica confuso, e o caminho que antes não tinha destino certo, começa também a perder seu ponto de partida,
Sofrida, sofrida, sofrida...
...é a vida do viajante que se perdeu no tempo esquecendo-se de onde veio e sem saber a que lugar pertence.
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